Mal começamos o ano e já temos um histórico suficiente para fazer uma retrospectiva 2010. Só em janeiro já ocorreram grande parte dos acontecimentos que, normalmente, demoram todo o ano para se realizarem. A começar pelas marcantes enchentes e desabamentos que devastaram e continuam afetando todo o território nacional. Realmente alguém precisa fazer os índios pararem com a dança da chuva ou desligar a torneira da nuvem de São Pedro. Inclusive a tese de que a vida terrestre seria extinta por falta de água está perdendo credibilidade, afinal, tem água literalmente caindo do céu.
Com tanta chuva, em breve o Planeta Terra vai ter que mudar de nome e passar a ser Planeta Barro, pois o que não faltam são morros desabando.
Mas, como já discutimos sobre o dilúvio brasileiro em minha última postagem, outros assuntos de destaque merecem atenção neste mês de tantas confusões. Os terremotos no Haiti, por exemplo, foram temas quase que absolutos nos telejornais de
Os acontecimentos são tantos que até no setor policial o caderno de boletins de ocorrência das delegacias já estão ficando cheios demais para apenas um mês. Desde a morte da cabeleireira assassinada pelo marido até o falecimento da jornalista de Brasília após uma lipoaspiração, as funerárias lucraram nestas quatro semanas. Alguns clientes até chegaram a dizer que as empresas fúnebres estão “enfiando a faca”.
No setor da saúde, janeiro não foi muito feliz para algumas celebridades, a apresentadora Hebe, assim como Alline Moraes e outros artistas teve que passar algum tempo no hospital. Mas para ela isso não teve problema, certamente Hebe deve ter achado o local uma “gracinha”, como ela sempre afirma.
Em todos os setores, com acontecimentos bons ou ruins, janeiro trouxe muito assunto para comentários. Enfim, se 2010 for como seu primeiro mês, não é possível prever o que mais está por vir, apenas pode-se esperar um ano de fortes emoções.
Obrigada pela visita e volte sempre, se tudo der certo.
sábado, 30 de janeiro de 2010
2010: 365 dias de acontecimentos em apenas um mês
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Janeiro e o dilúvio brasileiro
Realmente São Pedro resolveu sacanear a população nacional. Na tão esperada virada do ano não foram apenas as garrafas de champagne que estouraram, mas o limite de resistência de muitas cidades também se rompeu, levando com a água das chuvas muito mais que um monte de terra. Sem dúvida, os primeiros dias de 2010 fizeram honra ao número final do ano: DEZbarrancou tudo nos morros ou fora deles.
Nas manchetes do dia 1° os desastres dividiram as atenções em meio a lotação das estradas e os resultados dos eventos badalados da virada do ano. Em Angra dos Reis foi bem mais fácil pular as sete ondinhas tradicionais da simpatia, pena que dessa vez elas trouxeram muita lama e pedras grandes.
Em São Luis do Paraitinga o estrago destruiu a história centenária dos prédios tombados como patrimônios e nem a igreja matriz da cidade escapou, realmente como diz o tradicional ditado popular, "santo de casa não faz milagre" ainda mais com uma enchente daquela.
O dilúvio brasileiro afetou vários Estados do País, aliás, dessa vez foi tão forte que nem o Noé apareceu para salvar alguns bichos. Com certeza ele também ficou com medo da lama, afinal, sua arca ia precisar de um bom motor para desatolar.
Mas se houve muita destruição, mortes, caos, etc. também há vantagens: agora todo mundo tem piscina em casa, mesmo quem nem tem mais casa. E falando em piscina, os acidentes foram tão relevantes que, provavelmente, Cesar Cielo deve ter passado por lá para ajudar a resgatar algumas vítimas e inaugurar uma nova modalidade: natação 100m com barreiras (barreiras = derivado de barro).
Piadas a parte, a situação das cidades atingidas é preocupante e todos esperam que os atingidos consigam se reestruturar. As doações e o trabalho dos voluntários na reconstrução dos municipios e resgate de vitimas são de fundamental importância nessa hora. Afinal, brasileiro é solidário até de baixo d'água.
Obrigada pela visita e volte sempre
Nas manchetes do dia 1° os desastres dividiram as atenções em meio a lotação das estradas e os resultados dos eventos badalados da virada do ano. Em Angra dos Reis foi bem mais fácil pular as sete ondinhas tradicionais da simpatia, pena que dessa vez elas trouxeram muita lama e pedras grandes.
Em São Luis do Paraitinga o estrago destruiu a história centenária dos prédios tombados como patrimônios e nem a igreja matriz da cidade escapou, realmente como diz o tradicional ditado popular, "santo de casa não faz milagre" ainda mais com uma enchente daquela.
O dilúvio brasileiro afetou vários Estados do País, aliás, dessa vez foi tão forte que nem o Noé apareceu para salvar alguns bichos. Com certeza ele também ficou com medo da lama, afinal, sua arca ia precisar de um bom motor para desatolar.
Mas se houve muita destruição, mortes, caos, etc. também há vantagens: agora todo mundo tem piscina em casa, mesmo quem nem tem mais casa. E falando em piscina, os acidentes foram tão relevantes que, provavelmente, Cesar Cielo deve ter passado por lá para ajudar a resgatar algumas vítimas e inaugurar uma nova modalidade: natação 100m com barreiras (barreiras = derivado de barro).
Piadas a parte, a situação das cidades atingidas é preocupante e todos esperam que os atingidos consigam se reestruturar. As doações e o trabalho dos voluntários na reconstrução dos municipios e resgate de vitimas são de fundamental importância nessa hora. Afinal, brasileiro é solidário até de baixo d'água.
Obrigada pela visita e volte sempre
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